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Arquivo da Categoria: Curiosidade

Cervejaria alemã oferece dormitórios dentro de barris

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Você já pensou em passar uma noite dormindo em um barril de cerveja? Pois essa é a proposta da cervejaria alemãPotts Naturpark Brauerei. Localizada na região da Westphalia, na Alemanha, a empresa oferece quartos onde os visitantes podem ficar hospedados em barris transformados em camas.

No ramo há mais de cem anos, os proprietários da cervejaria viram uma oportunidade de negócio ao transformar os barris em acomodações aos visitantes, que chegam à cervejaria para entender mais sobre seu processo de produção. Dividido ao meio, o barril tem uma parte removida. Depois, ganha uma plataforma e um colchão para duas pessoas.

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O interessante é que os hóspedes, antes mesmo de dormir em seus “aposentos”, podem relaxar em uma sauna feita com os barris.

As reservas podem ser feitas por meio doAirBnB, empresa do segmento de reservas online. As diárias custam a partir de R$ 272.

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/1,,EMI328458-17180,00.html

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Afinal, Pilsen ou Lager?

O que me motivou a escrever esse post foi a grande confusão que as cervejarias brasileiras causam ao denominar suas cervejas de Pilsen.

Começo de papo: NENHUMA CERVEJA NACIONAL DAS GRANDES MARCAS É PILSEN. NENHUMA!  Tecnicamente ambas pertencem à mesma família: são lagers. Mas Pilsen é um estilo específico e o que essas cervejarias chamam de Pilsen na verdade pertence a um estilo conhecido como American Lager. São primas, mas são diferentes. Segundo o BJCP (Beer Judge Certification Program Inc.), a bíblia quando se fala em estilos, entre os vários fatores que determinam essa diferença, o mais marcante é o nível de amargor.  Uma american lager tem no máximo 15 IBUs (Unidades Internacionais de Amargor), enquanto uma verdadeira pilsen começa em 25 e vai até 45 IBUs.

Além do amargor, importante ressaltar que as verdadeiras pilsens seguem estritamente a lei de pureza alemã, ou seja, utilizam apenas malte, lúpulo, levedura e água. Já as american lagers das grandes cervejarias utilizam, além desses quatro elementos, grandes quantidades de cereais não maltados como milho e arroz para baratear os custos de produção. E esses cereais não contribuem com nada, apenas deixam a cerveja ainda mais insossa.

As Famílias da Cerveja

Em uma classificação bem geral podemos dividir os estilos de cerveja em duas grandes famílias: as ales e as lagers. As ales vieram primeiro e, via de regra, são mais complexas e intensas. Já  as lagers são mais recentes e só se tornaram populares na metade do século XIX, especialmente com o advento das técnicas de refrigeração. Isso porque precisam maturar em baixas temperaturas por cerca de oito semanas. Por essa razão inclusive o estilo chama-se lager que em alemão significa “guardada”.  As lagers dominam amplamente o mercado mundial e os seus dois principais estilos são o Pilsen e o American Lager. Vamos conhecê-los.

O Estilo Pilsen ou Pilsener

O nome do estilo está relacionado à cidade onde foi criado: Pilsen na Bohemia, atual  Republica Tcheca. Em sua versão original utiliza o famoso lúpulo de Saaz e maltes da Morávia. Tem sempre coloração dourada clara e cristalina por ser filtrada. Os aromas são equilibrados entre o malte lembrando pão e notas herbais e florais do lúpulo. O corpo médio e possuem final amargo e persistente.  Muito popular tanto em seu país de origem quanto na Alemanha, sendo que em terras alemãs é produzida em uma variante mais amarga e leve do que as tchecas. O exemplo clássico e a primeira pilsen produzida é a tcheca Pilsener Urquell.  Entre as brasileiras vale citar a excelente Klein Tchec de Campo Largo.

O Estilo American Lager

Bem mais amplo e variado que o estilo Pilsen, 10 entre 10 cervejas de massa são american lagers. As mais vendidas cervejas do mundo como Budweiser, Miller e Heineken e todas as cervejas de massa do Brasil pertencem a esse estilo. O problema é que essas grandes cervejarias preocupam-se em fazer cervejas cada vez mais leves e baratas.  Além disso, utilizam uma quantidade tal de conservantes, acidulantes, corantes, estabilizantes e outros antes que a cerveja vira uma bomba química. No Brasil então, nada de lúpulo ou malte ou levedura e sempre o mesmo gosto artificial que faz com que todas sejam iguais. Não acredita? Sugiro uma brincadeira: faça um teste cego. Chame aquele seu amigo que diz que só toma Skol ou só toma Brahma. Sirva sem identificar várias marcas simultaneamente, especialmente as mais odiadas como Colônia ou Nova Schin. O resultado vai surpreender.

Mas não condenemos o estilo pois existem sim boas american lagers. Compare você mesmo provando uma Coruja Otus ou uma Colorado Cauim ou então a, na minha opinião, melhor das lagers: a escocesa Schiehallion.

Curiosidade final:

Você sabe o porquê das cervejarias nacionais insistirem no velho marketing: “gelada ao extremo”? Porque a baixas temperaturas o aroma não se desprende e as papilas gustativas tornam-se insensíveis. Qualquer cervejeiro sabe o que acontece com essas cervejas se a temperatura subir um pouco. Cheiro de esgoto e sabor de papelão molhado.  Para elas vale aquele velho ditado: cerveja quente é uma das três piores coisas do mundo.

Jota Fanchin Queiroz

Bardojota.blogspot.com

Fonte: http://www.cwbgourmet.com.br/portal/colunas/o-contador-de-cervejas/338-afinal-pilsen-ou-lager

 

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Mercado de trabalho: mestre-cervejeiro versus sommelier de cervejas

A cultura das cervejas, particularmente, tem se propagado graças a uma legião de profissionais e empreendedores engajados na apresentação da bebida em seus diferentes estilos e personalidades. E é justamente sobre alguns desses profissionais da cerveja, dedicados a estudar a fundo essa bebida, o tema dessas linhas – me refiro aos mestres-cervejeiros e aos sommeliers de cervejas.

A Baden Baden Golden, de Campos do Jordão (SP), leva assinatura do mestre cervejeiro Carlos Hauser

A Baden Baden Golden, de Campos do Jordão (SP), leva assinatura do mestre cervejeiro Carlos Hauser
É muito comum que as pessoas achem que é tudo a mesma coisa – será? Engenheiro civil e arquiteto é a mesma coisa? Médico e enfermeiro também? Pois é. Sabemos bem que essas profissões abordam assuntos em comum: os engenheiros civis e os arquitetos falam sobre construção; os médicos e os enfermeiros, sobre saúde; os mestres-cervejeiros e os sommeliers de cervejas, sobre cerveja. Entretanto, essas abordagens são feitas de formas diferentes e complementares. (Rapidamente, vale comentar que tanto mulheres quanto homens estão incluídos nas profissões acima citadas.)

Os mestres-cervejeiros basicamente têm competências e responsabilidades na produção de cervejas; já os sommeliers, na comunicação das mesmas. As atividades profissionais no cotidiano são bem diferentes, assim como os vocabulários utilizados.

Normalmente, as pessoas que querem seguir a carreira de mestre cervejeiro devem apresentar preparação técnica nas áreas de engenharia (alimentos, química, produção) ou ainda de química, biologia ou agronomia. Vão trabalhar na indústria, colaborando na garantia da qualidade das matérias-primas, na boa execução dos processos cervejeiros, no desenvolvimento de novos produtos e processos. Os relacionamentos de trabalho se darão, sobretudo, com seus pares na indústria e os jargões, muitas vezes, serão altamente técnicos.

No caso de sommeliers de cervejas, a história é diferente. As pessoas que se interessam por este caminho podem apresentar preparação média, idealmente com estudos completos do segundo grau. Muito importante nessa profissão é gostar de se comunicar, fazendo bom uso do nosso idioma. Vão trabalhar, principalmente, na comunicação e nas vendas das cervejas em empresas produtoras, importadoras, distribuidoras; ou ainda em bares, restaurantes, empórios, mercados e hotéis. Os relacionamentos de trabalho se darão com seus pares e também com consumidores finais, o que faz com que os vocabulários devam se adequar aos diferentes públicos possíveis.

Gostar de verdade de cervejas é fundamental, mas é preciso muito mais. Paixão, estudo, atenção, sensibilidade, curiosidade, dedicação, disciplina, paciência, bom-senso, ética e autocrítica são algumas palavras-chaves para não perder de vista. Por último, mas não menos importante, a responsabilidade em seu significado mais amplo: na esfera social, em sugerir sempre o consumo moderado de cervejas; e na esfera profissional, em fazer uso de linguagem adequada e precisa para passar adiante as verdades da cultura cervejeira e seus prazeres gastronômicos.

Ambas as profissões requerem preparação profissional que inclui sala de aula, livros, prática e tempo, como em qualquer outra profissão. Todo cuidado na condução da carreira é importante, para que, no futuro, naturalmente se possa receber com mérito o respeito e o reconhecimento esperados.

E assim termino, indicando alguns bons rótulos brasileiros para degustação, como em homenagem aos mestres da velha-guarda cervejeira que muito já me ensinaram, direta ou indiretamente, e que pelos quais guardo profunda admiração e respeito. A cerveja de Campos do Jordão (SP), a Baden Baden Golden (veja ficha técnica abaixo), elaborada por Carlos Hauser; a de Blumenau (SC), a Eisenbahn 10 Anos (7,2%, 375 ml, R$ 24,50, na Costi Bebidas), por Gerhard Beutling e Peter Erhardt; e também de Blumenau, a Bierland Vienna (5,4%, 600 ml, R$ 10,50, na Dufry), por Ilceu Dimer. Detalhe: todos eles, antes de suas belas atuações nas microcervejarias, aprenderam e praticaram muito a ciência e a tecnologia cervejeira em grandes indústrias no Brasil e no mundo.

::FICHA TÉCNICA::
Baden Baden Golden

Essa cerveja foi das primeiras criações ousadas do mestre cervejeiro (já aposentado) Carlos Hauser, na Cervejaria Baden Baden. Do estilo Spice Ale, leva na receita uma dose discreta e precisa de canela. Especiaria que lhe confere um aroma delicado, ao lado de nuances de frutas. De cor amarelo-ouro, na boca apresenta final levemente doce. Idealmente servida entre 3º e 5ºC, combina bem com queijos semiduros como Gruyère e Emmental, por exemplo.

País: Brasil
Teor alcoólico: 4,5%
Volume: 600 ml
Preço: R$ 12,57
Estilo: Spice Ale
Onde encontrar: www.sondadelivery.com.br

Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br/colunas/cilene-saorin/2012/10/29/os-profissionais-da-cerveja-as-diferencas-entre-mestre-cervejeiro-e-sommelier-de-cervejas.htm

 
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Publicado por em 05/11/2012 em Artigos, Curiosidade, Novidades

 

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Cerveja e rock, uma dupla inseparável

Existem aqueles casamentos entre almas gêmeas que, mais do que final feliz, proporcionam um “durante” espetacular. É o caso do pão com manteiga, do queijo com goiabada, do champagne no Réveillon, e da cerveja e o rock. Tão frutífero é esse relacionamento, que muitas bandas de sucesso cruzaram a fronteira do balcão do bar e agora têm rótulos com seu próprio nome. O Perl Jam tem uma. O Deep Purple, o Rush, o Kiss e o AC/DC também.  O Iron Maiden tem duas. Até os brasileiros Blues Etílicos, Nenhum de Nós e Sepultura têm as suas.

divulgação

O copo e o som que o homem uniu, nem Deus separa!

Uma das bandas nacionais a abraçar essa tendência mais recentemente foi o Velhas Virgens. Para comemorar os 25 anos de estrada e como parte da filosofia do grupo, surgiu a Velhas Virgens Indie Rockin’Beer, uma IPA puro malte com 6,5% de graduação alcoólica. “O Tuca, que é o baixista deles, faz cerveja em casa e trouxe a própria receita, que ele e o mestre cervejeiro Rodrigo Silveira apenas adaptaram para uma escala maior”, conta Moroni Andrade, gerente comercial da Cervejaria Invicta, responsável pela produção. “O primeiro lote do rótulo, com 5 mil garrafas, saiu entre o fim de março e o início de abril deste ano, mas agora já estamos no quinto”, comemora.

Apaixonado tanto por rock, quanto por cerveja, Ronaldo Rossi, dono da Cervejoteca, criou a Riff Beer segundo o conceito que chama de heavy metal: “sem carinho e sem suavidade, mas complexa e saborosa”. “A ideia é oferecer cervejas pronunciadas no lúpulo, mas sempre equilibradas e com bom residual de açúcar”, explica Rossi, que também é chef de cozinha. A marca contará com 12 diferentes estilos, entre sazonais e fixos, cada um inspirado por uma banda do gênero. Atualmente, há oito deles em desenvolvimento em diferentes cervejarias e quatro receitas prontas e aguardando registro do Ministério da Agricultura.

Para comemorar o aniversário da loja, que reúne impressionantes 500 rótulos, Rossi concebeu a Overkill, em homenagem à música homônima da banda britânica Motörhead. Nas palavras do próprio criador, “uma IPA brutal, com 11% de teor alcoólico e 200 IBUs”, que é a unidade que mede o nível de amargor da cerveja. “Sensacional, com lúpulo até na alma”, segundo um integrante da Untappd, um tipo de Foursquare voltado para os cervejeiros.

Sentimento recíproco
Outro impregnado de cerveja e rock até os ossos é Vladimir Urban, sócio da cerveja Diabólica. Figura conhecida do psychobilly nacional, esse estilo de rock que mistura punk e rockabilly, sua história ilustra como a música pode ajudar a bebida e vice-versa. Hoje parte da banda Sick Sick Sinners, também já foi da Catalépticos e d’Os Cervejas. Quando ele e seus colegas começaram a fazer turnês na Europa, por volta de 1997, conheceram cervejas diferentes das pilsen daqui. De volta a Curitiba, passaram a procurá-las em todos os bares e pubs da cidade. Quando encontravam, pulavam de alegria.

A cena musical foi crescendo e eles ajudaram a fundar o Psycho Carnival, festival que acontece há 13 anos na capital paranaense e faz parte do calendário mundial do psychobilly. Ao mesmo tempo foi crescendo a sede por cervejas especiais, não só da banda, mas de todos os frequentadores dos shows, que acabavam com os estoques da pale ale da Eisenbahn, então uma cervejaria artesanal catarinense. Assim, decidiram criar a Diabólica IPA, com sugestivos 6,66% de teor alcoólico, que foi sucesso imediato. Hoje estão lançando seu segundo rótulo, justamente uma pale ale. “O desenho, inclusive, foi criado pelo artista plástico Rafael Silveira, que já foi sócio da Diabólica e hoje toca na banda Transtornados do Ritmo Antigo”, conta Vlad.

Ciente da dificuldade que uma banda em começo de carreira tem para conseguir patrocínio, a Diabólica ajuda no que pode. Custeou a gravação do CD d’As Diabatz, agora em turnê pelo velho continente. Também procura divulgar e fornecer cerveja para que as bandas possam vendê-la nos shows e aumentar o caixa. A marca ainda promove a Rockin’Beer Night, festa que conjuga música, comida e bebidas especiais e apoia a organização do Beer Day de Curitiba no que for preciso. Vlad acredita que essa colaboração mútua ajuda a promover não só o rock e a cerveja, mas a identificação entre as pessoas e até a própria cidade.

“Da época que a gente rodava a cidade atrás de uma pale ale até hoje, o cenário mudou radicalmente. Hoje há cerca de dez cervejarias artesanais na região, todas com uma qualidade excelente. Meu sonho é que o mesmo aconteça em todos os estados, e que a gente possa tomar uma cerveja diferente, produzida no local, para onde quer que viaje”, explica ele. Este é um brinde que vale a pena!

 

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Cervejas e sobremesas: união que pode surpreender até os mais desconfiados

Há quem ainda estranhe a ideia o casamento de sobremesas com cervejas. Mas, acredite, essa combinação pode surpreender até os mais desavisados e incrédulos. Os diferentes estilos da bebida apresentam elementos capazes de harmonizar com todas as variações de sobremesa. Sim! Todas, sem exceção. Parece pretensão, mas não é.

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Para melhor entender e desfrutar dessas inusitadas combinações, antes de qualquer coisa, pense que harmonização não é nada difícil: basta manter a sensibilidade aguçada e aplicar os conhecimentos intuitivos e as experiências familiares que trazemos desde a infância.

Isto fica claro quando se pensa, por exemplo, no bolo de chocolate ao lado de um bom café. Bom, não? Imagine, então, substituir o cafezinho por uma cerveja do estilo Robust Porter, como a inglesa Meantime London Porter (6,5%, 750 ml, R$ 46,50, no Clube do Malte,www.clubedomalte.com.br); ou ainda com uma do estilo Imperial Stout, como o rótulo brasileiro Bierland Imperial Stout (7%, 600 ml, R$ 13,90, na Puro Malte, www.puromalte.com.br). Esses estilos apresentam em suas receitas maltes de elevadas intensidades de torrefação, que se revelam em inconfundíveis aromas de café, chocolate e caramelo. Na boca, a doçura do bolo e o amargor da cerveja se misturam e se atenuam. Por intuição e familiaridade, é fácil concordar que a combinação funciona.

Imagine agora o mesmo bolo de chocolate acompanhado de frutas vermelhas. Bom também? Mas, aqui, há um detalhe: as frutas vermelhas não estão presentes no bolo e, sim, na cerveja do estilo Fruit Lambic, como a belga Mort Subite Framboise (veja ficha técnica abaixo). É fechar os olhos, depois de uma bocada e um gole, e criar na boca a poderosa ilusão de estar comendo um bolo Floresta Negra- aquela receita clássica dos aniversários com chocolate e cereja. De maneira redisposta, a taça traz o perfume e a acidez característicos das frutas vermelhas, enquanto o prato oferece a cremosidade e a doçura do bolo de chocolate.

Para sobremesas à base de frutas, alguns outros estilos: a cerveja nacional Wit, da Wäls Witte (5%, 600 ml, R$ 13,90, na Puro Malte, www.puromalte.com.br), acompanha muito bem doces elaborados com laranjas; Weizen (ou também denominado Weiss), da paulista Bamberg Weizen (5%, 600 ml, R$ 11,90, na Beer Online, www.beeronline.com.br), combina com sobremesas de maçã; e Dunkelweizen, da alemã Paulaner Hefe-Weissbier Dunkel (5,3%, 500 ml, R$ 9,29, na Cerveja Store, www.cervejastore.com.br), é par dos doces com banana – as notas tostadas da cerveja, lembrando toffee-caramelo, são as mesmas encontradas quando esta fruta é flambada.

Depois de provar ao menos um desses duetos, desafio: será possível pensar nas cervejas da mesma maneira que antes?

::FICHA TÉCNICA::
Mort Subite Framboise
Produzida através de fermentação espontânea, essa variação recebe framboesas maceradas durante lenta maturação em barris de madeira. Apresenta cor e aromas inebriantes de framboesa em acidez assertiva de final de boca. Idealmente servida em taça flûte e acompanhada de queijos de casca branca- como Brie e Camembert; e sobremesas à base de chocolate meio amargo ou branco. Com essa cena romântica armada, o encontro à luz de velas só estará começando!

País: Bélgica
Teor alcoólico:4,3%
Volume: 250 ml
Preço: R$ 15,90
Estilo:Fruit Lambic
Onde encontrar: www.beer4u.com.br

 
 

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Churrasco na Pressão (com cerveja, lógico)

Chama-se: A pressão do Churrasco

Churrasco na grela

Nem sempre, pressão também serve ;)

Créditos: DW DW

Como assim? Todos nós sabemos que churrasco tem que ter carvão, fogo, sujeira, grelha e muito, MUITO tempo e disposição, certo?

Não caro carnívoro. Devidos inúmeros pedidos de pessoas que não tem como ter nenhum tipo de churrasqueira em casa, eu pesquisei e arrumei um jeito de fazer churrasco sem churrasqueira. Rá, agora o bagulho ficou serio!

Sim cara, na PANELA DE PRESSÃO!

Ih, esse cara ta maluco.

Sei que você pensou isso, mas não, não estou, fica um luxo esse nosso churrasquinho de panela.

Partiu cozinhar?

Alumínio na Panela de Pressão

Primeiro vamos precisar de carvão vegetal (uns seis pedaços), papel alumínio e as carnes que você gosta (eu fiz com picanha e lingüiça de boa qualidade).

Carvão alumínio

Abra uns dois retângulos grandes de papel alumínio, ponha os pedaços de carvão e faça tipo um travesseiro (dica: ponha ervas como, tomilho, alecrim, manjerona junto com o carvão, fazendo um mix de ervas). Depois disso, forre o fundo da sua panela de pressão com esse travesseiro.

Vamos pra Carne

Picanha temperada

Corte um pedaço grande de picanha (uns 15, 20 cm e passe sal GROSSO. Pode passar bastante dos dois lados), coloque em cima do travesseiro de carvão, mas não encoste nas bordas da panela, deixe pelo menos um dedo das bordas.

Panela cheia

Em seguida ponha as linguiças, aí sim encostando nas bordas da panela, no vão entre a panela e o pedaço de carne.

E o espaço que sobrou?

Batatas ervas em palitos

Ainda sobra espaço, certo? Então, eu fiz uns espetinhos de batata com azeite e ervas e coloquei em cima das carnes, linguiça e picanha.

Nós sempre aconselhamos usar carne de boi com linguiças, porque frango tem tempo de cozimento diferente. Mas sempre use as linguiças, independentemente  da carne, boi ou frango.

Carne acomodadas, vamos continuar?

Panela de pressão cheia batatas

Pronto! Já acomodou as carnes na panela? Agora é só fechar a panela. Exatamente, sem nada de líquido mesmo! Ponha no fogão, quando começar a chiar a panela conte 17min para mal passado, 20min para ficar ao ponto e 23 min para ficar bem passado. Abra a panela imediatamente com muito cuidado amigos.

Já com o frango é a mesma coisa, escolha pedaços mais suculentos como sobrecoxa ou coxa, pois eles tem mais sabor e ficam molhadinhos (ui). Só que o tempo de cozimento é de cerca de 25min a 28min.

Picanha pronta

Já com a carne de boi você pode variar entre alcatra, porque ela tem menos gordura ou contra-filé, que possui mais gordura.

Obs

Gente, deixando claro que essa receita nunca vai substituir o bom e velho churrasco, mas vale a pena você conhecer e fazer essa receita, pois fica muito saboroso.

Agora vamos comer bebendo o quê?

Cerveja Exterminador de Trigo e Eisenbahn Pale Ale

Eu gostei muito da Exterminador de Trigo da Três Lobos, feita com Capim Limão. É bem ousado, pois é uma cerveja de trigo, portanto não combina tanto com carnes como a de boi, mas com a combinação de ervas na preparação fica uma combinação diferente. A Eisenbahn Pale Ale também fica boa na combinação.

Fonte: http://www.papodebar.com/churrasco-na-pressao/?fb_action_ids=4616630423521&fb_action_types=og.likes&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

 
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Publicado por em 28/09/2012 em Artigos, Curiosidade, Degustando, Dicas

 

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O que a sua cerveja preferida diz sobre você?

Fonte: http://www.bebendobem.com.br/2012/08/o-que-a-sua-cerveja-preferida-diz-sobre-voce/

 

 
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Publicado por em 14/09/2012 em Artesanais, Artigos, Curiosidade, Degustando, Dicas