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Arquivo da Categoria: Degustando

Afinal, Pilsen ou Lager?

O que me motivou a escrever esse post foi a grande confusão que as cervejarias brasileiras causam ao denominar suas cervejas de Pilsen.

Começo de papo: NENHUMA CERVEJA NACIONAL DAS GRANDES MARCAS É PILSEN. NENHUMA!  Tecnicamente ambas pertencem à mesma família: são lagers. Mas Pilsen é um estilo específico e o que essas cervejarias chamam de Pilsen na verdade pertence a um estilo conhecido como American Lager. São primas, mas são diferentes. Segundo o BJCP (Beer Judge Certification Program Inc.), a bíblia quando se fala em estilos, entre os vários fatores que determinam essa diferença, o mais marcante é o nível de amargor.  Uma american lager tem no máximo 15 IBUs (Unidades Internacionais de Amargor), enquanto uma verdadeira pilsen começa em 25 e vai até 45 IBUs.

Além do amargor, importante ressaltar que as verdadeiras pilsens seguem estritamente a lei de pureza alemã, ou seja, utilizam apenas malte, lúpulo, levedura e água. Já as american lagers das grandes cervejarias utilizam, além desses quatro elementos, grandes quantidades de cereais não maltados como milho e arroz para baratear os custos de produção. E esses cereais não contribuem com nada, apenas deixam a cerveja ainda mais insossa.

As Famílias da Cerveja

Em uma classificação bem geral podemos dividir os estilos de cerveja em duas grandes famílias: as ales e as lagers. As ales vieram primeiro e, via de regra, são mais complexas e intensas. Já  as lagers são mais recentes e só se tornaram populares na metade do século XIX, especialmente com o advento das técnicas de refrigeração. Isso porque precisam maturar em baixas temperaturas por cerca de oito semanas. Por essa razão inclusive o estilo chama-se lager que em alemão significa “guardada”.  As lagers dominam amplamente o mercado mundial e os seus dois principais estilos são o Pilsen e o American Lager. Vamos conhecê-los.

O Estilo Pilsen ou Pilsener

O nome do estilo está relacionado à cidade onde foi criado: Pilsen na Bohemia, atual  Republica Tcheca. Em sua versão original utiliza o famoso lúpulo de Saaz e maltes da Morávia. Tem sempre coloração dourada clara e cristalina por ser filtrada. Os aromas são equilibrados entre o malte lembrando pão e notas herbais e florais do lúpulo. O corpo médio e possuem final amargo e persistente.  Muito popular tanto em seu país de origem quanto na Alemanha, sendo que em terras alemãs é produzida em uma variante mais amarga e leve do que as tchecas. O exemplo clássico e a primeira pilsen produzida é a tcheca Pilsener Urquell.  Entre as brasileiras vale citar a excelente Klein Tchec de Campo Largo.

O Estilo American Lager

Bem mais amplo e variado que o estilo Pilsen, 10 entre 10 cervejas de massa são american lagers. As mais vendidas cervejas do mundo como Budweiser, Miller e Heineken e todas as cervejas de massa do Brasil pertencem a esse estilo. O problema é que essas grandes cervejarias preocupam-se em fazer cervejas cada vez mais leves e baratas.  Além disso, utilizam uma quantidade tal de conservantes, acidulantes, corantes, estabilizantes e outros antes que a cerveja vira uma bomba química. No Brasil então, nada de lúpulo ou malte ou levedura e sempre o mesmo gosto artificial que faz com que todas sejam iguais. Não acredita? Sugiro uma brincadeira: faça um teste cego. Chame aquele seu amigo que diz que só toma Skol ou só toma Brahma. Sirva sem identificar várias marcas simultaneamente, especialmente as mais odiadas como Colônia ou Nova Schin. O resultado vai surpreender.

Mas não condenemos o estilo pois existem sim boas american lagers. Compare você mesmo provando uma Coruja Otus ou uma Colorado Cauim ou então a, na minha opinião, melhor das lagers: a escocesa Schiehallion.

Curiosidade final:

Você sabe o porquê das cervejarias nacionais insistirem no velho marketing: “gelada ao extremo”? Porque a baixas temperaturas o aroma não se desprende e as papilas gustativas tornam-se insensíveis. Qualquer cervejeiro sabe o que acontece com essas cervejas se a temperatura subir um pouco. Cheiro de esgoto e sabor de papelão molhado.  Para elas vale aquele velho ditado: cerveja quente é uma das três piores coisas do mundo.

Jota Fanchin Queiroz

Bardojota.blogspot.com

Fonte: http://www.cwbgourmet.com.br/portal/colunas/o-contador-de-cervejas/338-afinal-pilsen-ou-lager

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Cerveja e rock, uma dupla inseparável

Existem aqueles casamentos entre almas gêmeas que, mais do que final feliz, proporcionam um “durante” espetacular. É o caso do pão com manteiga, do queijo com goiabada, do champagne no Réveillon, e da cerveja e o rock. Tão frutífero é esse relacionamento, que muitas bandas de sucesso cruzaram a fronteira do balcão do bar e agora têm rótulos com seu próprio nome. O Perl Jam tem uma. O Deep Purple, o Rush, o Kiss e o AC/DC também.  O Iron Maiden tem duas. Até os brasileiros Blues Etílicos, Nenhum de Nós e Sepultura têm as suas.

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O copo e o som que o homem uniu, nem Deus separa!

Uma das bandas nacionais a abraçar essa tendência mais recentemente foi o Velhas Virgens. Para comemorar os 25 anos de estrada e como parte da filosofia do grupo, surgiu a Velhas Virgens Indie Rockin’Beer, uma IPA puro malte com 6,5% de graduação alcoólica. “O Tuca, que é o baixista deles, faz cerveja em casa e trouxe a própria receita, que ele e o mestre cervejeiro Rodrigo Silveira apenas adaptaram para uma escala maior”, conta Moroni Andrade, gerente comercial da Cervejaria Invicta, responsável pela produção. “O primeiro lote do rótulo, com 5 mil garrafas, saiu entre o fim de março e o início de abril deste ano, mas agora já estamos no quinto”, comemora.

Apaixonado tanto por rock, quanto por cerveja, Ronaldo Rossi, dono da Cervejoteca, criou a Riff Beer segundo o conceito que chama de heavy metal: “sem carinho e sem suavidade, mas complexa e saborosa”. “A ideia é oferecer cervejas pronunciadas no lúpulo, mas sempre equilibradas e com bom residual de açúcar”, explica Rossi, que também é chef de cozinha. A marca contará com 12 diferentes estilos, entre sazonais e fixos, cada um inspirado por uma banda do gênero. Atualmente, há oito deles em desenvolvimento em diferentes cervejarias e quatro receitas prontas e aguardando registro do Ministério da Agricultura.

Para comemorar o aniversário da loja, que reúne impressionantes 500 rótulos, Rossi concebeu a Overkill, em homenagem à música homônima da banda britânica Motörhead. Nas palavras do próprio criador, “uma IPA brutal, com 11% de teor alcoólico e 200 IBUs”, que é a unidade que mede o nível de amargor da cerveja. “Sensacional, com lúpulo até na alma”, segundo um integrante da Untappd, um tipo de Foursquare voltado para os cervejeiros.

Sentimento recíproco
Outro impregnado de cerveja e rock até os ossos é Vladimir Urban, sócio da cerveja Diabólica. Figura conhecida do psychobilly nacional, esse estilo de rock que mistura punk e rockabilly, sua história ilustra como a música pode ajudar a bebida e vice-versa. Hoje parte da banda Sick Sick Sinners, também já foi da Catalépticos e d’Os Cervejas. Quando ele e seus colegas começaram a fazer turnês na Europa, por volta de 1997, conheceram cervejas diferentes das pilsen daqui. De volta a Curitiba, passaram a procurá-las em todos os bares e pubs da cidade. Quando encontravam, pulavam de alegria.

A cena musical foi crescendo e eles ajudaram a fundar o Psycho Carnival, festival que acontece há 13 anos na capital paranaense e faz parte do calendário mundial do psychobilly. Ao mesmo tempo foi crescendo a sede por cervejas especiais, não só da banda, mas de todos os frequentadores dos shows, que acabavam com os estoques da pale ale da Eisenbahn, então uma cervejaria artesanal catarinense. Assim, decidiram criar a Diabólica IPA, com sugestivos 6,66% de teor alcoólico, que foi sucesso imediato. Hoje estão lançando seu segundo rótulo, justamente uma pale ale. “O desenho, inclusive, foi criado pelo artista plástico Rafael Silveira, que já foi sócio da Diabólica e hoje toca na banda Transtornados do Ritmo Antigo”, conta Vlad.

Ciente da dificuldade que uma banda em começo de carreira tem para conseguir patrocínio, a Diabólica ajuda no que pode. Custeou a gravação do CD d’As Diabatz, agora em turnê pelo velho continente. Também procura divulgar e fornecer cerveja para que as bandas possam vendê-la nos shows e aumentar o caixa. A marca ainda promove a Rockin’Beer Night, festa que conjuga música, comida e bebidas especiais e apoia a organização do Beer Day de Curitiba no que for preciso. Vlad acredita que essa colaboração mútua ajuda a promover não só o rock e a cerveja, mas a identificação entre as pessoas e até a própria cidade.

“Da época que a gente rodava a cidade atrás de uma pale ale até hoje, o cenário mudou radicalmente. Hoje há cerca de dez cervejarias artesanais na região, todas com uma qualidade excelente. Meu sonho é que o mesmo aconteça em todos os estados, e que a gente possa tomar uma cerveja diferente, produzida no local, para onde quer que viaje”, explica ele. Este é um brinde que vale a pena!

 

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Mercado artesanal de cerveja planeja crescer 13 vezes em 10 anos

O aumento da renda e as mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros devem fazer com que o mercado de cervejas artesanais cresça 13 vezes no país na próxima década.

Em 2011, a produção total de cervejas no Brasil chegou a 13,3 bilhões de litros de acordo com o Sicobe, sistema de medição da Receita Federal.

Dados da Associação Brasileira de Bebidas (Abrabe) mostram que, deste total, apenas 0,15% são produtos feitos por microcervejarias. A expectativa da associação, porém, é que em dez anos a participação suba para 2%.

Festival de cervejas artesanais Beer Experience

Foto 1 de 10 – Cervejaria Invicta, de Ribeirão Preto (SP), lança sete novos rótulos na Beer Experience Divulgação

O Brasil possui, atualmente, cerca de 200 microcervejarias, a maioria localizada nas regiões Sul e Sudeste. Cidades como Ribeirão Preto e Piracicaba, no Estado de São Paulo, e Curitiba, no Paraná, vêm se tornando polos de produção das cervejas artesanais, diz o sommelier de cervejas André Cancegliero.

Cancegliero é responsável pelo festival Beer Experience, realizado nesta sexta-feira (5) e neste sábado (6) na capital paulista. O objetivo do evento, que reúne 35 expositores, é justamente atrair novos consumidores.

“O que mais prejudica a cultura cervejeira no Brasil é a falta de conhecimento. O brasileiro conhece muito pouco sobre cerveja. Consome basicamente o tipo pielsen, que é apenas uma entre as cerca de 180 variedades existentes no mundo”, diz.

Preço alto ainda afasta consumidor

As microcervejarias são pequenas indústrias, a maioria de origem familiar, que produzem no máximo cinco milhões de litros por ano. As cervejas costumam ser fabricadas com ingredientes especiais e contêm pelo menos 80% de malte. Para efeito de comparação, nas cervejas pilsen, as mais consumidas no país, o teor médio é de 5,3%.

O preço alto, diz o sommelier, também prejudica o segmento. A maior parte da matéria-prima usada na fabricação de cervejas arsenais, como malte, lúpulo e fermento, é importada.

“Isso faz com que a cerveja artesanal seja de três a quatro vezes mais cara”, calcula Cancegliero.

Evento traz mais de 300 rótulos nacionais e importados

Mais de 300 rótulos, nacionais e importados, serão apresentados no Beer Experience. Entre as nacionais está a Taperebá Witbier, fabricada pela Amazon Beer, de Belém (PA). Outra cerveja nacional apresentada no evento será a Berthô, feita com castanha do Pará. O produto é fabricado pela Cervejaria Colorado, de Ribeirão Preto (SP).

Entre os produtos internacionais, estarão cervejas belgas, escocesas e italianas. Todos os produtos serão vendidos com descontos que chegam a 30%.

 
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Publicado por em 05/10/2012 em Artesanais, Artigos, Degustando, Dicas

 

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Cervejas e sobremesas: união que pode surpreender até os mais desconfiados

Há quem ainda estranhe a ideia o casamento de sobremesas com cervejas. Mas, acredite, essa combinação pode surpreender até os mais desavisados e incrédulos. Os diferentes estilos da bebida apresentam elementos capazes de harmonizar com todas as variações de sobremesa. Sim! Todas, sem exceção. Parece pretensão, mas não é.

  • Divulgação

Para melhor entender e desfrutar dessas inusitadas combinações, antes de qualquer coisa, pense que harmonização não é nada difícil: basta manter a sensibilidade aguçada e aplicar os conhecimentos intuitivos e as experiências familiares que trazemos desde a infância.

Isto fica claro quando se pensa, por exemplo, no bolo de chocolate ao lado de um bom café. Bom, não? Imagine, então, substituir o cafezinho por uma cerveja do estilo Robust Porter, como a inglesa Meantime London Porter (6,5%, 750 ml, R$ 46,50, no Clube do Malte,www.clubedomalte.com.br); ou ainda com uma do estilo Imperial Stout, como o rótulo brasileiro Bierland Imperial Stout (7%, 600 ml, R$ 13,90, na Puro Malte, www.puromalte.com.br). Esses estilos apresentam em suas receitas maltes de elevadas intensidades de torrefação, que se revelam em inconfundíveis aromas de café, chocolate e caramelo. Na boca, a doçura do bolo e o amargor da cerveja se misturam e se atenuam. Por intuição e familiaridade, é fácil concordar que a combinação funciona.

Imagine agora o mesmo bolo de chocolate acompanhado de frutas vermelhas. Bom também? Mas, aqui, há um detalhe: as frutas vermelhas não estão presentes no bolo e, sim, na cerveja do estilo Fruit Lambic, como a belga Mort Subite Framboise (veja ficha técnica abaixo). É fechar os olhos, depois de uma bocada e um gole, e criar na boca a poderosa ilusão de estar comendo um bolo Floresta Negra- aquela receita clássica dos aniversários com chocolate e cereja. De maneira redisposta, a taça traz o perfume e a acidez característicos das frutas vermelhas, enquanto o prato oferece a cremosidade e a doçura do bolo de chocolate.

Para sobremesas à base de frutas, alguns outros estilos: a cerveja nacional Wit, da Wäls Witte (5%, 600 ml, R$ 13,90, na Puro Malte, www.puromalte.com.br), acompanha muito bem doces elaborados com laranjas; Weizen (ou também denominado Weiss), da paulista Bamberg Weizen (5%, 600 ml, R$ 11,90, na Beer Online, www.beeronline.com.br), combina com sobremesas de maçã; e Dunkelweizen, da alemã Paulaner Hefe-Weissbier Dunkel (5,3%, 500 ml, R$ 9,29, na Cerveja Store, www.cervejastore.com.br), é par dos doces com banana – as notas tostadas da cerveja, lembrando toffee-caramelo, são as mesmas encontradas quando esta fruta é flambada.

Depois de provar ao menos um desses duetos, desafio: será possível pensar nas cervejas da mesma maneira que antes?

::FICHA TÉCNICA::
Mort Subite Framboise
Produzida através de fermentação espontânea, essa variação recebe framboesas maceradas durante lenta maturação em barris de madeira. Apresenta cor e aromas inebriantes de framboesa em acidez assertiva de final de boca. Idealmente servida em taça flûte e acompanhada de queijos de casca branca- como Brie e Camembert; e sobremesas à base de chocolate meio amargo ou branco. Com essa cena romântica armada, o encontro à luz de velas só estará começando!

País: Bélgica
Teor alcoólico:4,3%
Volume: 250 ml
Preço: R$ 15,90
Estilo:Fruit Lambic
Onde encontrar: www.beer4u.com.br

 
 

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Churrasco na Pressão (com cerveja, lógico)

Chama-se: A pressão do Churrasco

Churrasco na grela

Nem sempre, pressão também serve ;)

Créditos: DW DW

Como assim? Todos nós sabemos que churrasco tem que ter carvão, fogo, sujeira, grelha e muito, MUITO tempo e disposição, certo?

Não caro carnívoro. Devidos inúmeros pedidos de pessoas que não tem como ter nenhum tipo de churrasqueira em casa, eu pesquisei e arrumei um jeito de fazer churrasco sem churrasqueira. Rá, agora o bagulho ficou serio!

Sim cara, na PANELA DE PRESSÃO!

Ih, esse cara ta maluco.

Sei que você pensou isso, mas não, não estou, fica um luxo esse nosso churrasquinho de panela.

Partiu cozinhar?

Alumínio na Panela de Pressão

Primeiro vamos precisar de carvão vegetal (uns seis pedaços), papel alumínio e as carnes que você gosta (eu fiz com picanha e lingüiça de boa qualidade).

Carvão alumínio

Abra uns dois retângulos grandes de papel alumínio, ponha os pedaços de carvão e faça tipo um travesseiro (dica: ponha ervas como, tomilho, alecrim, manjerona junto com o carvão, fazendo um mix de ervas). Depois disso, forre o fundo da sua panela de pressão com esse travesseiro.

Vamos pra Carne

Picanha temperada

Corte um pedaço grande de picanha (uns 15, 20 cm e passe sal GROSSO. Pode passar bastante dos dois lados), coloque em cima do travesseiro de carvão, mas não encoste nas bordas da panela, deixe pelo menos um dedo das bordas.

Panela cheia

Em seguida ponha as linguiças, aí sim encostando nas bordas da panela, no vão entre a panela e o pedaço de carne.

E o espaço que sobrou?

Batatas ervas em palitos

Ainda sobra espaço, certo? Então, eu fiz uns espetinhos de batata com azeite e ervas e coloquei em cima das carnes, linguiça e picanha.

Nós sempre aconselhamos usar carne de boi com linguiças, porque frango tem tempo de cozimento diferente. Mas sempre use as linguiças, independentemente  da carne, boi ou frango.

Carne acomodadas, vamos continuar?

Panela de pressão cheia batatas

Pronto! Já acomodou as carnes na panela? Agora é só fechar a panela. Exatamente, sem nada de líquido mesmo! Ponha no fogão, quando começar a chiar a panela conte 17min para mal passado, 20min para ficar ao ponto e 23 min para ficar bem passado. Abra a panela imediatamente com muito cuidado amigos.

Já com o frango é a mesma coisa, escolha pedaços mais suculentos como sobrecoxa ou coxa, pois eles tem mais sabor e ficam molhadinhos (ui). Só que o tempo de cozimento é de cerca de 25min a 28min.

Picanha pronta

Já com a carne de boi você pode variar entre alcatra, porque ela tem menos gordura ou contra-filé, que possui mais gordura.

Obs

Gente, deixando claro que essa receita nunca vai substituir o bom e velho churrasco, mas vale a pena você conhecer e fazer essa receita, pois fica muito saboroso.

Agora vamos comer bebendo o quê?

Cerveja Exterminador de Trigo e Eisenbahn Pale Ale

Eu gostei muito da Exterminador de Trigo da Três Lobos, feita com Capim Limão. É bem ousado, pois é uma cerveja de trigo, portanto não combina tanto com carnes como a de boi, mas com a combinação de ervas na preparação fica uma combinação diferente. A Eisenbahn Pale Ale também fica boa na combinação.

Fonte: http://www.papodebar.com/churrasco-na-pressao/?fb_action_ids=4616630423521&fb_action_types=og.likes&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

 
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Publicado por em 28/09/2012 em Artigos, Curiosidade, Degustando, Dicas

 

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O que a sua cerveja preferida diz sobre você?

Fonte: http://www.bebendobem.com.br/2012/08/o-que-a-sua-cerveja-preferida-diz-sobre-voce/

 

 
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Publicado por em 14/09/2012 em Artesanais, Artigos, Curiosidade, Degustando, Dicas

 

Preferência nacional, Pilsen é a principal porta de entrada para o mundo da cerveja

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    A Pilsen domina 98% do mercado de cerveja no BrasilA Pilsen domina 98% do mercado de cerveja no Brasil

A paixão do brasileiro por cervejas dispensa explicações. É a bebida que transita por todos os nichos e vai da mesa de bar às grandes comemorações. Se há dúvidas de sua veia democrática, os números ajudam a comprovação: ela é dona da gorda fatia de 90% do mercado de bebidas alcoólicas no país, segundo a ABRABE-Associação Brasileira de Bebidas. Destilados, vinhos, cachaça e demais bebidas, dividem os 10% restantes.

Mas a cerveja vive um novo cenário no Brasil. Tal como grande parte do planeta, o país festeja o boom das cervejas especiais, um mundo particular que vai muito além da velha conhecida dos brasileiros -a loira gelada, suave e de espuma abundante. Esta, denominada tecnicamente de Pilsen, foi criada em 1842, na região tcheca de nome homônimo e que batizou o estilo. Ela domina 60% do mercado de cervejas e chopes produzidos no mundo – no Brasil, ela ocupa 98%.

Muitas são as denominações para ela: Pilsener, Pilsen, Pils -este adotado pelos padrões internacionais. Um breve mergulho no mundo da cerveja revela: Pilsen é um tipo da bebida de baixo teor alcoólico (3 a 5%) que pertence ao estilo das Lagers, cerveja dourada, filtrada e fermentada em baixa temperatura (por volta de 12 graus). A família ainda engloba a Marzen, Bock, Festbier Helles, Budweis, Schwarzbier, Dortmunds e Dunkel.  Essa última, é escura e destoa do padrão de quase toda Lager.

Disputa nas prateleiras
E em tempos de vocabulário cervejeiro extenso, é normal que ele deixe muitos consumidores em dúvida diante de tanta oferta no mercado. Afinal, disputam nas prateleiras, lado a lado, grandes rótulos importados e boas sugestões de jovens microcervejarias nacionais.

Aos que começam a se aventurar nesse universo, vale uma regra básica: “Comece com as mais simples e menos alcoólicas. E, aos poucos, parta para as mais complexas”, aconselha Luiz Caropreso, sommelier de cervejas do Melograno, bar e empório especializado em São Paulo e professor do curso de Sommelier de Cervejas do SENAC-SP.

O especialista ajuda entender o que é essa complexidade: são características que dão personalidade à cerveja, tais como notas frutadas, florais e de especiarias. “Paras os iniciantes, sugiro mesmo as cervejas do estilo Pilsen, que possui subtipos como as Bohemian Pilsener ou German Pilsener, que são cervejas mais refrescantes”, indica.

Ele explica que em um segundo momento, dá para partir para o estilo Weissen, que leva trigo na composição, tem baixo teor de álcool e traz notas de cravo e de frutas – normalmente banana. O próximo passo pede estilos mais elaborados, complexos e mais alcoólicos e nesse quesito, a ordem sugerida pelo sommelier é Bock, Bock Weissen, ESP, Pale Ale, Stout, as Belgian e Lambics.